Nos últimos anos a produção de flores no DF cresceu expressivamente, sendo o terceiro maior mercado consumidor no ranking de flores do país ficando atrás apenas de São Paulo e Belo Horizonte.
Por Carina Sales
As flores são elementos que tem grande capacidade de transformar uma ocasião especial ou um dia comum em um momento memorável. Inspiração de pintores e poetas, elas tem diversos significados, com formatos e cores variadas. Os responsáveis por esse trabalho feito pela natureza e que garante as casas e a cidades ainda mais bonitas e exuberantes estão crescendo profissionalmente no DF.
Brasília é o terceiro maior mercado consumidor no ranking de flores no Brasil, ficando atrás de São Paulo e Belo Horizonte, tendo condições de aumentar ainda mais a sua receita com esse tipo de negócio. Isso porque, além do clima ser favorável para todas as espécies, as condições de terra para o cultivo são promissoras. No DF e regiões do entorno, somam mais de 50 produtores distribuídos em 14 regiões da cidade.
A Associação Brasiliense de Produtores de Flores e Plantas – Central Flores, foi organizada em 2001 por um grupo de 40 produtores locais e com a ajuda do SEBRAE. Esse grupo tinha como objetivo organizar de forma profissional a comercialização de flores no DF. O trabalho é reunido na Central de Abastecimento do DF – Ceasa, que disponibiliza 3.000 metros quadrados para exposição e venda das mais diversas espécies de flores, plantas ornamentais, folhagens, rosas, hibiscos, bromélias, palmeiras, antúrios, gerânios, copos-de-leite, arbustos, entre outros, tudo produzido no Distrito Federal.
A Central possui 30 boxes administrados pela associação e vem se destacando pelo crescimento anual do cultivo de várias espécies. João Bosco Mendonça Teles, além de ser produtor de orquídeas é diretor administrativo da Associação Brasileira de Flores e Plantas do Distrito Federal – Central Flores e comenta que todos estão fazendo campanha para estimular a compra de flores. “As pessoas tem que ter o costume igual dos europeus de comprar flores diariamente. Em Brasília, existem inúmeros eventos, com isso o consumo de flores na cidade é elevado. Mas queremos mudar isso e fazer com que as pessoas criem o hábito de consumir flores em outras ocasiões e não só em datas comemorativas”, comenta. Segundo o diretor, Brasília está bem representada. ”Temos uma grande quantidade de orquidófilos, colecionadores de orquídeas, o maior produtor de Ibisco encontra- se no DF e temos o maior produtor de bromélias do Brasil”, revela.
No mês de agosto, foi realizada a Feira de Orquídeas 2009, promovida pela Central Flores. Foram expostas durante o evento orquídeas raras, cursos sobre cultivos dessas espécies, pragas e doenças em orquídeas e o lançamento do livro da Laelia Purpurata – uma espécie de orquídea, da analista ambiental Lou Meneses.
Um exemplo de amor e habilidade com flores é a historia do clã do Rancho Paraná, perto de Brazlândia. A família que mora há 40 anos no rancho, começou com produção de verduras, gado leiteiro, requeijão e ricota, mas nenhuma dessas atividades emplacaram financeiramente. A família desistiu e resolveu trabalhar exclusivamente com flores ornamentais e folhagens. Márcia Carvalho, uma das administradoras do rancho largou o serviço publico para se dedicar ao serviço rural. “Nós temos uma vocação rural muito forte, sempre tivemos uma grande preocupação ambiental e com a diversidade , com isso despertou a vontade de plantar flores tropicais , de 250 tipos nós temos 80 espécies”, explica.
A produção do Rancho Paraná abrange uma área de oito mil metros de hectares plantados entre flores e folhagens. A produção atende o mercado do DF e o clima do cerrado é favorável para a plantação desse tipo de flor. O caule das helicônias serão usados para a produção de papel reciclado e a procura tem sido grande para decorações de festas e eventos. Para adquirir êxito com produção de flores, Márcia afirma que é preciso ter muita sensibilidade. “A flor não é uma receita pronta, você tem que conhecer a sua terra e o seu clima. O que garante a planta florescer é a adubação, a escolha de uma muda boa é o primeiro passo para começar a fazer uma boa produção, colher no ponto exato e hidratar é certo que a flor vai durar”, desvenda.
A La Bromélia é outro sucesso em produções de flores. Aberta desde 2000, a empresa cultiva um pouco mais de 120 espécies de bromélias, com uma distribuição de 1.200 mudas por semana. Segundo o gerente e técnico agrícola Roziron Louzeira, todo o processo de preparo é feito por fertirrigação. “As bromélias são cultivadas em vasos plásticos e colheitas diárias de acordo com a demanda. Todas elas são comercializadas através da Central Flores, e temos serviços de entregas diretamente nas floriculturas e garden center do DF, além de enviarmos também a outros estados’, diz.
Serviço:
Central Flores – (61) 3361-1067
Rancho Paraná – (61) 3540-1144
La Bromélia – (61) 3501-0413
JB Orquídeas – (61) 3361-3654
uma famosa pizzaria de Nápole, a Pietro il Pizzaiolo. Contanto a origem da receita seja italiana, os maiores adoradores da comida se encontram do outro lado do oceano. Os países que mais consomem pizza no planeta são: Estados Unidos da America e Brasil, com foco para as cidades de Nova Iorque e São Paulo.
O grande dilema dos jovens que saem do ensino médio era escolher um curso e uma faculdade. Mas esse quadro tem mudado, a escolha está entre e a faculdade e o concurso público. Muitos jovens deixam de cursar sua faculdade para entrar em uma instituição preparatória, almejando sua vaga pública. As maiorias dos que decidem fazer faculdade e estudar para os concursos, optam por estudar Direito, pois acreditam que o curso escolhido ajudará na hora da prova.
Nos dias 24 e 25 de outubro o Cave recebeu a maior estrutura montada em Brasília para um festival de esportes radicais. O evento contou com competições de motocross, bicicross, skate e artes marciais. Além das disputas, aconteceram apresentações de basquete de rua, taekwondo, karatê, paraquedismo, capoeira, dança de rua, hip hop, b-boys, b-girls e bandas de Brasília. Os organizadores montaram um complexo para o público com um muro de escalas, bungee jump, simuladores, oficinas de DJ’s e grafite.
passaram por lá foram os Profanos, Celebration Band, Brazilian Blues Band, Malc Mc Rapadura, MC Abuh, Batidão Sonoro, Os Cabeloduro, Face dos Caos e Brown-Há. E as atrações nacionais foram as bandas Plebe Rude e Detonautas Roque Clube. Mesmo com muita chuva, a galera dos esportes radicais não abandonaram o show e ficaram em baixo das duas tendas que a organização disponibilizou. O Procon Móvel esteve no local para tirar todas as dúvidas da população e a Unidade Móvel do Museu das drogas da Polícia Civil também estiveram presentes.
A primeira Constituição da República, de 1891, estabeleceu legalmente a região onde deveria ser instalada a futura capital no centro do país, mas somente em 1956, com a eleição de Juscelino Kubitschek, teve início a construção de Brasília.
inovadores. O Memorial JK, traz fotos que só ficaram na lembrança, relíquias com valores inestimáveis, guardados a “sete chaves”, o mais visitado entre turistas do mundo inteiro, revela toda a história de Brasília e Todos os Projetos existentes até hoje, além de documentos pessoais e da câmara mortuária do “Fundador”, criada com cores fortes e de auditoria da Artista Francesa Marianne Peretti. O Memorial dos Povos Indígenas, revela a beleza da arte e artesanatos feitos com penas de animais e colares de sementes e quadros pintados a mão, mostrando a realidade dos índios, também projetado por Oscar Niemayer, construído em 1987, inspirado na forma de uma Maloca Yanomami, aberto ao público desde 16 de abril 1999, é considerado um acervo baseado em uma coleção etnográfica. 



